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terça-feira, 12 de março de 2019

Pau está quebrando na casa de noca

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A partir de uma fonte que sabe muita coisa acerca de um sindicato de servidores técnicos de certa Universidade Federal, ouviu-se dizer que o pau está comendo entre correntes internas da diretoria sindical.  Ou seria apenas entre pessoas?  Não se sabe ao certo.

O motivo seria o questionamento sobre a percepção dupla de "proventos" por parte de um dos diretores, o qual estaria liberado para atividade sindical, mas recebendo tanto do cofre do sindicato como da Universidade.  Pela lei, um diretor sindical liberado deve ter seu salário pago pela entidade de classe e não pela instituição de ensino.

Ao descobrirem essa situação, outros diretores ficaram injuriados com o privilégio. Ora, se a Universidade continua repassando o salário usual, então o sindicato não precisa tirar de seu caixa, que, aliás, dizem, andaria combalido.

O diretor flagrado ficou puto mas conformou-se em restituir à instituição, em suaves prestações, os valores indevidamente percebidos.

Só que pintou e ficou o "climão".  Olhares ferozes de lado a lado e promessas de tomar atitudes mais ríspidas...  Aguardem.

Papinho de vizinhos amigos, tudo sangue bão

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Imaculado Bolsa posa ao lado de acusado de matar Marielle

-E aí, cumpadi Ron!
- E aí, fala capitão Braguilharo!
- Vamos fazer aquele churrascão na beira da piscina aqui em casa amanhã?
- Tô nessa, brô! O que vai rolar?
- As breja e as carninha tradicionáu, né... mas tem uma que eu quiría que você porvidenciasse especialmente...
- Opa, diz lá, capita!
- Um presuntinho bacana.
- Ah, é? E qual o nome dele? Ou dela?
- Hahahaha, adivinhe...

MP 873: Nota das Centrais Sindicais contra esse ataque aos sindicatos

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A edição da MP 873 pelo presidente Bolsonaro é um grave ataque contra o princípio da liberdade e autonomia sindical e o direito de organização dos trabalhadores, dificultando o financiamento das entidades de classe no momento em que cresce, no seio da classe trabalhadora e do conjunto da sociedade, a resistência ao corte de direitos de aposentadoria e previdenciários em marcha, com a apresentação da proposta de Reforma da Previdência que já tramita no Congresso Nacional.

As centrais sindicais, os sindicatos, federações e confederações de trabalhadores tomarão todas as medidas de caráter legal e iniciativas junto ao Congresso Nacional e às bancadas dos partidos políticos, além de mobilizar para derrotar a MP 873 e os ataques contra o movimento sindical, que também são ataques contra a democracia brasileira duramente conquistada.

Reunidas em São Paulo nesta data, as centrais sindicais orientam que:

- a MP 873 não altera o desconto em folha de pagamento das mensalidades associativas e outras contribuições constantes nas Convenções e Acordos Coletivos aprovados em assembleias;

- os empregadores que não efetivarem os referidos descontos, além da ilegalidade, incorrerão em práticas antissindicais e sofrerão as consequências jurídicas e políticas dos seus atos;

- as centrais sindicais denunciarão o governo brasileiro na Organização Internacional do Trabalho (OIT) e demais organismos internacionais por práticas antissindicais;

- 0 coletivo jurídico das centrais sindicais construirá estratégias unitárias para orientar seus filiados e recomenda que nenhuma medida jurídica relativa à MP 873 seja tomada individualmente.

É oportuno reforçar que as centrais e o conjunto do movimento sindical já convocaram, para 22 de março próximo, o Dia Nacional de Lutas contra o fim das aposentadorias e por uma Previdência Social Pública, quando serão realizados atos públicos, greves, paralisações e mobilizações contra o projeto da reforma da Previdência do presidente Bolsonaro, em um processo de mobilização crescente dos trabalhadores e da sociedade civil em defesa dos seus direitos sociais, econômicos, de aposentadoria e previdenciários.

São Paulo, 7 de março de 2019.

Vagner Freitas - Presidente da CUT

Miguel Torres - Presidente da Força Sindical

Adilson Araújo - Presidente da CTB

Ricardo Patah - Presidente da UGT

José Calixto Ramos - Presidente da NCST

Antonio Neto - Presidente da CSB

Ubiraci Dantas de Oliveira - Presidente da CGTB

Atnágoras Lopes - Executiva Nacional da CSP-Conlutas

Edson Carneiro índio - Secretário-geral da Intersindical
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Fonte: Portal da CTB

Caso Marielle: presos dois milicianos acusados do assassinato

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No próximo 14 de março completa-se 1 ano do vil assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson.  Movimentos sociais e partidos, em numerosas cidades do Brasil (e mesmo no exterior), programam atos para marcar a data, saudar a memória de Marielle e sua luta, bem como cobrar das autoridades a identificação e punição de mandantes e executores do crime.  Em Curitiba, também. 

Ontem foram presos um ex-PM e um PM, acusados de terem sido executor e motorista da ação que assassinou a vereadora e seu motorista. São esses dois facínoras na foto aí embaixo.  Ronnie Lessa é o acusado de efetuar os tiros e Élcio seria o motorista do carro Cobalt, que perseguiu o carro de Marielle.  OK, presos, antes tarde do que nunca.  


Mas a pergunta maior que fica é: quem foi o mandante desse hediondo crime?  Quais os "grandões" da política interessados em tirar do caminho uma vereadora combativa que batalhava em defesa dos direitos humanos e do sofrido povo pobre do Rio? Quem?  Aqui a porca torce o rabo, até porque se sabe de notórias ligações da família Bolsonaro (pai e filhos) com as bárbaras milícias criminosas que empestam a Cidade Maravilhosa.


Mais uma 'fake news' do presidente Boçal

A reportagem feita no Rio sobre a prisão dos matadores é de autoria de Chico Otávio e de Vera Araújo. Chico Otávio, um dos melhores repórteres do país, é pai de Constança Rezende, a repórter do jornal Estado de S. Paulo atacada por Jair Bolsonaro no Twitter. Bolsonaro, o presidente com idade mental de 12 anos de idade, mentiu sobre a jornalista, e as milícias de ódio bolsonaristas na internet passaram a ameaçá-la. 



Bolsonaro também citou o pai da repórter, Chico Otávio. Quis convencer que havia um complô da imprensa para destruir a imagem da família Bolsonaro. Como se o patriarca desmiolado já não fizesse muito mais e melhor nesse sentido autodesmoralizante. O que Bolsonaro estava atacando fica cada vez mais claro. Chico Otávio é um dos repórteres que mais se dedica a investigar as milícias do Rio. 

O presidente queria desqualificar aqueles que investigam as transações suspeitas de seu filho senador (Flávio), assim como o dinheiro suspeito na conta da primeira-dama Michele (apelidada nas redes sociais de "Micheque", pelos cheques que recebe do Queiroz, o assessor de Flávio), assim como o envolvimento do próprio Bolsonaro com milícias que mataram Marielle.
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Com participação no texto de Eliane Brun

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência: regime de capitalização só favorece bancos

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Em meio à crise política que envolve seu governo, Jair Bolsonaro foi à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (20/02), para entregar sua Reforma da Previdência. O texto, ao lado do pacote anticrime de Sergio Moro, vem sendo anunciado como a “menina dos olhos” do governo Bolsonaro e a salvação do Brasil, mas pode não ter o objetivo pretendido no Parlamento.

Isso porque o texto oficial (PEC 6/2019) já chega com uma enxurrada de críticas no Congresso e com a dúvida da capacidade de articulação do governo Bolsonaro para manter sua base por perto na defesa da matéria. “A única coisa que tem unido esse governo é a Reforma da Previdência, o que significa uma unidade em torno da retirada de direitos dos trabalhadores e do povo. Mas não aceitamos a liquidação da Previdência pública. O mercado financeiro já toma conta do financiamento das nossas casas, dos cartões de crédito, de boa parte dos planos de saúde e agora querem dar para eles a Previdência? A Previdência pública é uma conquista importante do povo e está sendo ameaçada. Mas vamos reagir à essa reforma”, destacou a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos.

A capitalização da Previdência é a essência da proposta defendida por Bolsonaro e sua equipe. Com este modelo, cada trabalhador financiará a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual, acabando assim com a repartição, onde os trabalhadores da ativa bancam os benefícios de quem já se aposentou.

Para a líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), o modelo defendido por Bolsonaro e seu guru, o ministro da Economia, Paulo Guedes, só beneficia o mercado financeiro. 

Quando você pega a aposentadoria do servidor público ou mesmo do trabalhador do regime geral, que tem o teto do INSS, e joga nos bancos privados, esses bancos usarão esse dinheiro com contribuição definida, ou seja, você sabe com quanto contribui, mas não sabe com quanto se aposenta. Essas são as chamadas aposentadorias de risco. Eles querem que o trabalhador deixe uma previdência segura, redistributiva, inter-geracional, para cair nos bancos, que, certamente, trarão um teto mais baixo”, explicou.

Para ela, o discurso do “combate aos privilégios”, é mais uma mentira do governo, visto que o texto apresentado retira apenas “direitos dos mais pobres, para favorecer os grandes bancos”. “Não mexe com sonegação, não mexe com o grande capital e favorece o sistema financeiro contra os mais pobres”, pontuou Jandira.

Entre outros pontos, a PEC 6/2019 estipula uma idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para os homens, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos no regime geral para se aposentar, mas violenta professores e trabalhadores rurais com regras mais duras. De acordo com o texto, trabalhadores rurais, que hoje podem se aposentar com 55 anos, no caso das mulheres, e 60, no caso dos homens, ou com 15 anos de contribuição, passarão a ter que ter 60 anos, para ambos os sexos, e 20 anos de contribuição. Já no caso dos professores, para quem não havia idade mínima, e o tempo de contribuição ficava em 25 anos para mulheres e 30 para homens, terão que ter 60 anos, para ambos os sexos, e 30 anos de contribuição para receber o benefício.

Esse texto vem com muitas maldades. A diferença de idade está apenas no regime geral, mas se olhamos mulheres rurais e professoras, a idade é a mesma. As mulheres rurais têm jornada extenuante e o tempo de contribuição aumentado. Depois, o BPC, que é pago às pessoas, na assistência social, que estão na linha da miséria, reduziu de um salário mínimo pra R$ 400 acima de 60 anos e só alcançará um salário depois de atingir 70 anos. Pessoas aposentadas por incapacidade, por invalidez, que tinham o benefício integral, deixam de ter e passam a ter um cálculo perverso a partir do tempo que contribuíram. Esse é o texto que este governo apresenta, sendo que em nenhum momento na campanha eleitoral ele disse que faria essa proposta. Isso não foi discutido com a sociedade”, criticou a líder da Minoria.

Bolsonaro assume a pauta da Reforma da Previdência, denominada “Nova Previdência”, com o discurso de que ela é salvação para a economia. Jandira Feghali, no entanto, tem outro entendimento. Para ela, é a economia que salva a Previdência e cobra outras medidas por parte do governo. “Temos que entender que tem R$ 460 bilhões de dívidas com a Previdência que não são cobradas. São empresas grandes que deixam de pagar a Previdência, num grande esquema planejado de sonegação, e que não são cobradas como deveriam pela União e pelos órgãos de fiscalização”, afirmou.

Para ela, o sistema de proteção social, previsto no texto constitucional, é uma referência no mundo e precisa ser preservado. “Foi um texto construído a muitas mãos e que é referência no mundo, pois taxa o capital, o faturamento e lucro das empresas. É um texto que faz com que a Previdência seja absolutamente sustentável, entrelaçado com saúde e assistência social e que tem uma imensa pluralidade de fontes porque o capital contribui não apenas na folha de salário. É um sistema de proteção social que hoje cobre mais de 100 milhões de pessoas no país, quase a metade da população. É o maior instrumento de distribuição de renda do Brasil, dando cobertura a mais de 80% dos idosos. É esse texto que está sendo violentado sob esse discurso falso de salvação”, apontou.


Aprovar não será fácil
Assim como seu antecessor, Michel Temer, Bolsonaro diz que tem pressa em aprovar o texto, pois ele pode ser a chave para a manutenção de seu governo. No entanto, a tarefa não será fácil. Com uma base desarticulada no Congresso, o sucesso da aprovação da matéria dependerá da habilidade de Bolsonaro e sua equipe de convencer parlamentares.

O texto passará por uma comissão mista e no Plenário precisará de pelo menos 308 votos favoráveis, em dois turnos, para que a PEC siga para o Senado. Mas a demissão de um ministro próximo em menos de dois meses de governo, os desmandos dos filhos de Bolsonaro, e o suposto descontentamento da ala fardada do governo, podem “bagunçar o meio de campo” e atrapalhar os planos presidenciáveis.


Uma aposta temerária de um salário

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Na categoria dos TAE da UFPR tem gente que adora uma bravata. Vive de contar estórias, mentiras, alugar a cabeça dos outros, alardear superioridades etéreas. Sem contar as maracutaias concretas dos “anos dourados” em que dirigiram o sindicato com mão de ferro, autoritariamente e sem transparência alguma, com privilégios e bolsos bem fornidos. 



Tempos de malandragem e manobrismos sindicais dos idos de 2005, quando compravam e vendiam imóveis de maneira mal explicada, realizando assembleia sem debate que durava menos de dois minutos... 

Pois bem, e o que apronta hoje o arquipelego Dr. Antonio Neris, cacique da ex-Chapa 1 de 2018 que disputou a Diretoria do Sinditest? Resolve fazer mais bravata e desafia um colega para uma aposta arriscada: o seu salário (ele tem uma chefiazinha no HC) como garantia de que foi ELE quem teria assegurado a designação formal da FUNPAR-HC como base territorial no Estatuto do Sinditest. O desafiado? Gessimiel “Paraná” Germano. 

“Paraná” - de tanto ser atazanado e provocado pelo Dr. Neris em torno dessa questão da presença da FUNPAR como base do Sinditest (e que teria sido ele, Neris, quem promoveu a “façanha” ainda nos anos 1990) – acabou topando a aposta. 

Se o Dr. Neris estiver com a razão, “Paraná” repassa seu salário integral ao bacharel de Direito. Se “Paraná” estiver certo, é o doutor quem entrega todo o seu salário do mês. Nesse desafio, embora não “registrado em cartório”, há mais de uma testemunha. Assim, o compromisso terá que ser honrado. 

Ora, pode-se antever o desfecho dessa contenda. Compulsando documentos antigos e atuais do Sinditest, no caso, o Estatuto velho e o atual, em página alguma a FUNPAR está designada como base territorial oficial do sindicato, desde a fundação do Sinditest em 1992. A representação dos trabalhadores da FUNPAR pelo Sinditest sempre ficou no plano da informalidade. Basta ver tais documentos (os Estatutos, não atas com declarações de intenção ou informações correlatas).

Isso poderia não estar assim não fosse a intempestiva iniciativa da Diretoria do Sinditest de interpor uma ação tentando reivindicar direitos de representação sobre a base funpariana da Maternidade Victor do Amaral, a partir da qual a Justiça do Trabalho estendeu sua interpretação de que, além da Maternidade, todos os funparianos (incluindo os do HC) deveriam estar no âmbito do SENALBA, não do Sinditest.  Porém, a "brilhante" assessoria jurídica do sindicato, em sua ânsia por mais bases, acabou extrapolando.


Reproduzimos abaixo o Art. 1º. do atual Estatuto do Sinditest, aprovado em assembleia de 29 de maio de 2015 (com o voto de pessoal da FUNPAR), na sede social da rua Marechal Deodoro [clique na figura se quiser ampliar]:


Sugerimos ainda, para melhor esclarecimento de todos, em especial dos funparianos, que atentem para as falas do então diretor do Sinditest em 2015, Márcio Palmares, e do então assessor jurídico Avanilson, do porquê de deixar a FUNPAR de fora do Estatuto, neste vídeo do Youtube, a partir de 2 horas de exibição até mais ou menos 2 horas e 13 minutos:





quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A parcialidade da imprensa do Sinditest

Um comentário:

Caro/a filiado/a contribuinte do Sinditest, você não ficará devidamente informado sobre certos temas sindicais se fiar-se pelo que aparece nas publicações do site do sindicato. Os textos são nitidamente parciais, apenas expõe os pontos de vista de uma Diretoria (hoje desesperada) que a todo custo se agarra a seus cargos e não quer que a ampla base de trabalhadores estatutários e da EBSERH (maioria) saiba exatamente o que acontece. Nem tampouco grande parte dos servidores funparianos, descaradamente usados como massa de manobra pela Diretoria/Ex-Chapa 2 para seus propósitos ilegalmente continuístas. 

Se lemos com atenção o mais recente comunicado (e anteriores) publicado no site sindical sobre a pendência judicial relativa às eleições irregulares de outubro passado, podemos constatar o intento de confundir e manobrar com sentimentos legítimos do pessoal da FUNPAR. 

A Chapa 3 (“Reconstruir o Sinditest pela base”), que este Blog apoiou em 2018, não tem qualquer ingerência sobre a ação judicial interposta pelo trabalhador DA BASE da UTFPR-Toledo, colega Janiel. Como ele, talvez muitos outros servidores da base do Sinditest gostassem de questionar a atual Diretoria por todos os seus erros e omissões. Neste caso, o questionamento dirige-se incisivamente, apoiado na LETRA DA LEI DO ESTATUTO novo do Sinditest, sobre a legalidade da última eleição de Diretoria, ocorrida em outubro/2018. A eleição, pelo aspecto legal a ser obedecido, tem que se basear nos termos do Estatuto. Ora, a base FUNPAR foi RETIRADA do Estatuto como sendo representada pelo Sinditest, e, ironia das ironias, inclusive com o voto de funparianos na assembleia final de aprovação do novo Estatuto em 2015. Ou seja, a base FUNPAR aceitou ser formalmente excluída do Estatuto sindical!! 

Então, aqui começa a primeira confusão intencional praticada pela Diretoria do Sinditest e veiculada por sua obediente assessoria de imprensa: há o aspecto formal jurídico que rege uma eleição (baseado no Estatuto vigente) e há o aspecto político de representação, pelo qual, até hoje, desde os anos 1990, os sindicatos legalmente representantes da FUNPAR (SENALBA, SINDESC) fizeram um acordo tácito (verbal, “no fio do bigode” como se diz) pelo qual o Sinditest podia conduzir os processos de negociação de ACTs. Lá atrás, nos anos 1990, a então presidente do Sinditest, Roseli Isidoro entrou em acordo com as presidências de SENALBA e SINDESC, e estas concordaram, de que o Sinditest tocasse as lutas dos ACTs, chamasse assembleias, organizasse as Comissões de Negociação etc. Ora, isto não pode mais ser confundido com o direito jurídico formal ao voto para a Diretoria do Sinditest, regido estritamente pelo Estatuto. 

Curiosamente, depois de fazerem piruetas e malabarismos em 2014-2015 para realizar assembleias de “debate” e aprovação do novo Estatuto, esse mesmo pessoal da Diretoria/Ex-Chapa 2 agora passe em falar em “nova reforma” desse mesmo Estatuto que foram eles que propuseram e defenderam em 2015... Fala-se, por exemplo, em mudar o Estatuto para admitir a eleição por proporcionalidade (saindo do sistema majoritário atual, pelo qual a chapa vencedora leva todos os cargos), mecanismo fortemente rejeitado por essa mesma turma em 2015.  Que ironia.

Não satisfeitos com a base funpariana do HC, uma anterior Diretoria do Sinditest (2013-2014), diretamente presidida por Carla Cobalchini, resolveu comprar briga em torno da base funpariana da Maternidade Victor do Amaral. A pendenga foi parar na Justiça do Trabalho e o juiz então foi categórico: a base da Maternidade é de legítima representação do SENALBA, e não só essa, também todos os funparianos lotados em outras unidades, como é o caso do HC. Esta uma das razões jurídicas, inclusive, pelas quais a base FUNPAR foi excluída PELO DEP. JURÍDICO DO SINDITEST (Dr. Avanilson) do novo Estatuto do Sinditest aprovado em 2015. 

Como ficará o encaminhamento de futuros ACTs? Questão a verificar, e fazendo um debate franco com os demais sindicatos e com a base FUNPAR. Pois, se legalmente estão impedidos de votar para a Diretoria pelos próprios termos do Estatuto do Sinditest, mantendo o acordo tácito que vem desde os anos 1990, seria possível que ainda se mantenha no âmbito do Sinditest a condução das negociações do ACT. A ver melhor essa questão. 

Deu para entender? Ou será preciso desenhar? E não adianta Cidas e Rosaninhas, diretamente ligadas a uma das Chapas (a 2) interessada em continuar roendo o osso, fazerem mimimi em assembleia manipulada e lançarem ataques a membros de chapas de oposição. A bola está agora com o juiz do trabalho, que marcou nova audiência, que pode ser definitiva, para 29 de março. 

Fica o alerta: não acreditem cegamente em tudo que a assessoria de imprensa do Sinditest escreve no site ou em impressos. A assessoria tem patrão, a Diretoria/Ex-Chapa 2, e ela nunca ouve o "outro lado", como é de regra do bom jornalismo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Enquanto isso, no mi(ni)stério da Mulher, Família e Direitos Humanos...

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Charge do Nani, para o site Nani Humor, via Charge On Line - 19/02/2019

"Estuprador" presidente: mais derrota moral

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Recurso é negado e Marco Aurélio manda Bolsonaro 
pagar R$ 10 mil a Maria do Rosário

Do Site DCM, em 19/02/2019

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu negar um recurso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e manteve a condenação por danos morais imposta pela Justiça para que o ex-parlamentar pague uma multa de R$ 10 mil por ofensas disparadas contra a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS).

O episódio foi explorado contra Bolsonaro na última campanha presidencial. Em 2014, Bolsonaro disse que não estupraria Maria do Rosário pois ela não mereceria, “porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”.

Ao negar o recurso da defesa de Bolsonaro, Marco Aurélio também manteve a determinação para que o presidente publique uma retratação em jornal de grande circulação, em sua página oficial no Facebook e em sua página no YouTube. Na decisão, Marco Aurélio afirma que a imunidade prevista na Constituição – segundo a qual o presidente da República não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao mandato – não se encaixa nas situações de esfera civil, como uma reparação por danos morais.

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Comentário do Blog: para um presidente que ganha os tubos (legais do salário presidencial e "esquisitões" via esquemas cítricos e outros escusos), o valor da multa é dinheiro de pinga.  Vale a condenação moral, mais esta.  Porque o vídeo patético de ontem, explicando (por questões de "foro íntimo") e suavizando a exoneração de seu ministro Bebianno, também foi derrota moral, e ele não queria gravar.
Depois dessa decisão do STF, não para de piscar de raiva o fur..., digo, o "foro íntimo" desse boçal capitão expulso do Exército por insanidade mental.

Contra o FIM da aposentadoria, todos à luta dia 23!

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O (des)Governo fascista de Bolsonaro pretende aprovar uma "Reforma" da Previdência que só interessa aos bancos e ao mercado financeiro, que penalizará somente e ainda mais os trabalhadores e trabalhadoras.  A unidade das forças populares, democráticas e progressistas de todo o Brasil já vai se aglutinando.  Este dia 20 de fevereiro é um ponto de partida, e ocorrerá com atividades em todo o país, principalmente um Ato na Praça da Sé, em São Paulo.


Quem não quiser trabalhar até morrer, tem que participar agora e barrar essa iniciativa antipovo, antitrabalhador.  Especialmente os jovens, que ingressam agora no mercado de trabalho e serão atingidos em cheio por esse tsunami de maldades bolsonaristas.

Vamos à luta! Todos no Sintracon na manhã do próximo sábado!!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O ministro Ricardo Vélez tem razão: não existe "Universidade para Todos" no Brasil

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Educação superior é ainda uma mercadoria rara entre os jovens adultos brasileiros. Mas o ministro parece achar 15% um valor excessivo. Talvez ele deseje o retorno para os patamares de 2000, quiçá os de 1960, quando o ensino superior era um caviar apreciado por apenas uma meia dúzia de gatos pingados, em termos estatísticos.

Das duas uma: ou o "ministro da Educação" bolsonarista Vélez desconhece os números – o que mostra ignorância – ou quer condenar uma fração ainda maior de nossos jovens a não terem curso superior – o que sinaliza crueldade. Não bastasse a estupidez factual da primeira frase, a segunda é ainda mais medonha. Todos nós conhecemos a história de um ou outro indivíduo, nascido na mais hedionda pobreza e que através dos seus próprios esforços, atingiu os mais altos patamares acadêmicos, de renda e de prestígio.

Esses indivíduos existem, mas eles são a exceção que confirma a regra. O desempenho de uma pessoa ao longo da vida, tanto em termos de renda quanto de anos de estudo, está fortemente correlacionado com a renda e a educação de sua família. É o que se chama na literatura econômica de “background familiar”. Em termos simples: quanto maior a renda e maior a quantidade de anos de estudos dos pais, maior a renda e os anos de estudos esperados dos filhos.


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"O sonho acabou" (John Lennon)

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A turma que há muitos anos não larga o osso da Diretoria do Sinditest está desesperada. Ao longo de anos de burradas feitas e de omissões, despertou broncas e iras em muitas pessoas de vários cantos da base sindical estadual. 


Emputecido com isso, um servidor da base da UTFPR-Toledo achou advogado e protocolou uma ação judicial questionando o resultado da eleição para a Diretoria, ocorrida em outubro passado. O questionamento: por não constar, como base formalmente representada pelo SINDITEST, no Art. 1º. do novo Estatuto do sindicato (reformulado em 2015), o pessoal da FUNPAR não poderia ter direito a voto, uma vez que a eleição sindical é rigidamente apoiada na letra do Estatuto. Anote-se: o pessoal da FUNPAR, que esteve na assembleia de mudança do Estatuto em 2015, votou a favor desse novo Art. 1º... 

Porém, em outubro, lá no HC estava uma urninha destinada a captar votos dos servidores da FUNPAR, que, aliás, teriam majoritariamente apoiado a Chapa 2, supostamente vitoriosa. Eleição com vício na origem, pois ilegal a urna FUNPAR instalada

O servidor de Toledo, na ação ajuizada, argumenta que aquela urna da FUNPAR foi ilegal, pois, perante a letra da lei, a FUNPAR não é mais base formal do SINDITEST, mas sim do SENALBA. Logo, solicita ele ao juiz do Trabalho, a urna tem que ser anulada. E isso altera o resultado final da eleição da Diretoria, perdendo a Chapa 2 o direito a prosseguir mamando nas tetas sindicais, como o faz há uma década. 

Essa ação judicial foi interposta por um servidor individual de Toledo, não foi colocada por nenhuma das chapas de oposição (chapas 1 e 3). Numa primeira decisão, o juiz cancelou a posse da Chapa 2, até se resolver a pendenga. E houve recente audiência há poucos dias, em 12/02 deste ano, na qual o juiz solicita mais documentos e argumentos tanto do subscritor toledano da ação quanto das três chapas envolvidas, para, em março, proferir a sentença final. 

A Diretoria do SINDITEST, que disputou pela Chapa 2, esperneia feito porco que vai ao abate, acusando principalmente a Chapa 3 de atitudes que esta não tomou perante a justiça do trabalho. Uma coisa é certa: não vai tomar posse. Ou se anulará a urna da FUNPAR ou, mais remotamente, seria convocada nova eleição sindical neste semestre. Sem o pessoal 

O pessoal da atual Diretoria/Chapa 2, quando vai a plenárias da FASUBRA, participa de um coletivo ultraesquerdista chamado “Movimento Sonhar Lutar”. Pois bem, eles que recordem um famoso verso de John Lennon: O SONHO ACABOU.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Ampla Unidade para a vitória de Haddad no 2. turno

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Um passo decisivo para a vitória. Assim a passagem da chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila para o segundo turno deve ser vista. Ao vencer a barreira imposta pelas variadas limitações a um amplo debate sobre o sentido dessas eleições, as forças progressistas chegam ao segundo turno revigoradas, autorizadas por milhões de votos a representar a luta contra o fascismo e o combate às propostas ultraliberais. Essa autoridade ganha ainda mais dimensão com as votações de outros candidatos do campo democrático e popular, como Ciro Gomes e Guilherme Boulos, que deram inestimáveis contribuições para impedir o triunfo da chapa do arbítrio e da violência no primeiro turno. Juntos, os candidatos de esquerda já somam mais de 41%!

A realização do segundo turno, por si, é um revés para Bolsonaro. Ele montou uma grande operação, com apoio de poderosos interesses econômicos e financeiros, além dos monopólios midiáticos, inclusive com ações ilegais, para tentar a vitória no primeiro turno. Mesmo assim, não conseguiu.

Com essa responsabilidade nos ombros e com o vigor democrático que emergiu das urnas, a chapa da coligação “O Povo Feliz de Novo” tende a se fortalecer e se transformar num grande movimento de massas antifascista. O desafio, imediato, é o de compor uma aliança envolvendo um espectro político o mais amplo possível, para fazer caber nele literalmente todas as forças que se dispõem a formar uma sólida barreira, com condições de impedir a passagem do fascismo nas urnas do dia 28. Uma frente que absorva diferentes propostas, que dialogue com variados setores da população, que una diversas bandeiras e que amarre um projeto de defesa da nação, tendo como base o programa da coligação.

Um movimento assim, genuinamente democrático, popular, patriótico, tem potencial para galvanizar as ideias desenvolvimentistas e buscar soluções para a grave crise do país. O primeiro passo nessa caminhada que se inicia rumo à vitória no dia 28 de outubro é isolar as vias do fascismo e criar as fundações de um sólido movimento de resistência à ofensiva conservadora, que transcende as eleições. Dizer, enfaticamente, que a polarização verdadeira se dá entre a restauração da democracia como premissa indispensável ao desenvolvimento do país com direitos para o povo e a radicalização das medidas do governo golpista de Michel Temer, que tantos males têm causado ao povo e ao país, por meio do arbítrio e da violência. 

Para o êxito dessa missão, impõe-se, já na largada, um intenso debate com a população para que ela veja o imenso perigo que paira sobre a nação. Dizer às claras que estão ameaçados, junto com a democracia, os sistemas públicos de saúde, de educação e de programas sociais. Além da mobilização popular, essa nova etapa da campanha eleitoral exige a propagação de um programa mínimo, de aplicação imediata, para livrar o povo dos flagelos causados pela marcha golpista e para iniciar a recuperação econômica. Um programa que ao mesmo tempo abra espaços nos setores da sociedade que, por um motivo ou outro, acreditam na panaceia de que uma mão forte desmontando o Estado nacional pode trazer a salvação para a combalida economia brasileira. 

O sentido de urgência de medidas como essas pode ser o ponto divisor na polarização que opõe os interesses do povo e do país aos dos que estão efetivamente representados no programa de governo da chapa ditatorial. Não é difícil explicitar o elevado grau de ameaça das propostas da extrema direita quando elas são comparadas com os seus resultados em países de economias dependentes ultraliberais e neocoloniais, como se vê atualmente na Argentina e se viu nas crises que assolaram a América Latina nas décadas de 1980 e 1990. Explicar que o programa de governo de Bolsonaro-Mourão prescreve, letra por letra, aquilo que foi imposto como remédio para a crise e que resultou tão somente na pesada carga de degradação social – especialmente o desemprego elevado – posta nas costas do povo. Não à toa, ele foi trancafiado a sete chaves, distante da vista de todos. 

A história mostra que soluções milagreiras para a crise resultam em tragédias sociais. Em diferentes ciclos, o recurso ao arbítrio e à violência foi o meio utilizado para a sua aplicação. A história do Brasil está pontilhada de exemplos assim. Com a extensão e a profundidade da crise atual, essa receita nas mãos de pregoeiros da violência social certamente levará o país a uma situação dramática. Nessa confrontação entre os reais interesses do povo e da nação e as soluções milagreiras por meio de métodos fascistas está a síntese das responsabilidades e o sentido de urgência de ações amplas e unitárias da chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila.

sábado, 6 de outubro de 2018

9 e 10 de Outubro tem Eleição da Diretoria do Sinditest: NÃO SE ENGANE !

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Chega. MESMO! A base dos servidores técnicos do Sinditest não atura mais um mandato (agora de 3 anos) de um mesmo pessoal que já fez várias (indi)gestões sindicais, às vezes separados, às vezes juntinhos, agora separados (mas nem tanto) em duas chapas – a 1 e a 2.

A “1” é a melhor representação do arquipeleguismo, esperto, malandrinho e autoritário, aproveitadores de carguinhos de direção obtidos com lábia da reitoria. Tem por cacique-mor alguém que, presidente então em fins de 2005, conduziu na marra uma assembleia de UM MINUTO E MEIO, para - de modo fraudulento e farsesco - supostamente "aprovar" a compra de uma "chácara" que não passava de um canil.  O vídeo dessa funesta "assembleia" está no Youtube e vai aparecer aqui também.

A tchurma “2” sempre alardeou serem os únicos “combativos”, “puros”, defensores do sindicato “transparente e democrático”; já gritaram pelas vielas da cidade “Fora Todos”, ajudando na prática a direita a dar o golpe que derrubou uma presidente da república eleita e isenta de culpas.

Objetivamente, os “D-2” são oportunistas, também mandonistas, agentes instigadores do divisionismo entre os trabalhadores. A chapa 2 inclui gente que já vai completar 11 anos ininterruptos como burocratas sindicais, escondendo as contas e se aproveitando dos recursos do sindicato para interesses de grupo. E agora na eleição de 9-10 de outubro, não querem largar o osso, almejam mais 3 anos para continuar "mamando" numa boa.

A verdadeira renovação, o resgate da efetiva democracia sindical e da unidade para as lutas, da transparência real com tudo que diga respeito às coisas do Sinditest, é a CHAPA 3“JUNTOS SOMOS MELHORES - Reconstruir o Sinditest Pela Base”.

Resumindo:

Chapa 1 – “Sindicato para Todos... os amiguinhos da Diretoria”.
Chapa 2 - “Sempre na LUA”

1 e 2 não tem mais vez - VOTE CHAPA 3!!

Docentes reivindicam à Reitoria da UFPR que encerre processo contra estudantes

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Após o fim da ocupação e das greves, a gestão Zaki Akel decidiu abrir processo contra o movimento de ocupação, mas responsabilizando justamente quem tentou estabelecer o diálogo.  Abriu processo contra os nove estudantes que participaram da comissão de negociação, comissão eleita pela assembleia. A Reitoria da época alegou que a ocupação teria causado um prejuízo de R$ 473.249,91, e, para agravar, também incluiu no processo os sindicatos dos servidores, APUFPR-SSind e o Sinditest. Tudo isso porque alguns docentes e técnicos teriam comparecido, como convidados, a uma assembleia estudantil no prédio da reitoria.

O objetivo explícito desse processo iniciado pela gestão Zaki Akel foi criminalizar e reprimir quaisquer mobilizações em defesa da universidade pública e dos fins públicos dela. 

Como resposta, os docentes da UFPR, reunidos em assembleia em 30/08/2018, decidiram por unanimidade manifestar seu apoio aos estudantes que vêm sendo processados injustamente, retaliados por sua valorosa mobilização.

As mobilizações de estudantes, docentes ou técnicos têm sido os principais vetores responsáveis pela defesa da universidade pública ao longo das últimas décadas, que no atual contexto são, mais do que nunca, necessárias e urgentes. Qualquer iniciativa que vise reprimi-las contribui para a deterioração dos direitos sociais e da democracia no país. 

Diante disso, a Assembleia Docente reivindica à Reitoria que dê consequências práticas aos posicionamentos públicos já realizados em defesa da educação pública e a favor da democracia, e reivindica que a Reitoria posicione-se, assim como fez em campanha, há cerca de dois anos, contra a criminalização dos estudantes. Nesse sentido, solicita que a Universidade participe de um eventual procedimento de conciliação, junto à AGU, para viabilizar uma resolução concreta. Uma solução para colocar fim ao processo que busca criminalizar a luta dos estudantes.

CURIOSIDADE EM ACRÉSCIMO: enquanto sete sindicatos se mostraram solidários à adequada postura da APUFPR, não consta que a Diretoria do Sinditest/Chapa 2 tenta se engajado nessa iniciativa...
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Fonte: com informações da APUFPR

Diretoria do Sinditest (Chapa 2): transparentemente caloteira

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A eleição direta de reitor de setembro de 2016 foi organizada, meses antes, pela chamada CPC (Comissão Paritária de Consulta), integrada por 3 representantes de cada entidade da comunidade da UFPR: APUFPR, SINDITEST e DCE.  O processo foi bem sucedido, ao custo de 60 mil reais.

Na ocasião, foi feito um acordo entre APUFPR e SINDITEST: cada entidade arcaria com metade do custo total (pois o DCE não tem renda para tanto).

Pois bem, a APUFPR, na época, bancou tudo.  E a Diretoria do SINDITEST (atual Chapa 2), nada.  A Diretoria da entidade dos professores prosseguiu educadamente cobrando os 30 mil devidos pelo SINDITEST.  E a Diretoria do sindicato dos TAE (Chapa 2), NADA.

Agora, a APUFPR perdeu a paciência e seu presidente, professor Herman, está enfaticamente cobrando o que é devido pelo SINDITEST.  A turma da Chapa 2 se faz de desentendida.  Mas não abre mão de, por exemplo, gastar em almoços para cabular votos da base e sorteia uma TV cara nesse dito "recadastramento".

Além do que, o processo de prestação de contas, prometido trimestralmente, é uma ficção.  Claro, não querem expor seus furos.  Agora a categoria sabe como é a tal "transparência" do pessoal dito "sempre na luta (lua)"da Chapa 2/Diretoria do SINDITEST.  

Esse escandaloso calote para com companheiros de luta do movimento dos professores, além de desrespeito, é mais uma demonstração do menosprezo da Diretoria do SINDITEST com a democracia universitária.

Serão cobrados nas urnas da eleição de 9 e 10 de outubro! Podem esperar.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Bandeiras da esperança: caminhada Lula-Haddad/Manuela em Curitiba dia 30/08

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Este Blog não omite nem dissimula suas opções políticas.  Defendemos a vitória das forças de esquerda e progressistas para reverter as políticas de retrocesso político-sociais do quadrilhão de Temer e das candidaturas do campo desse canalha (os Boçalnaros, os Alckmins, os Meirelles, os Álvaros).  Prezamos as candidaturas de Guilherme Boulos (PSol), de Ciro (PDT) e de Lula-Haddad/Manuela (PT/PCdoB).

Por isto, convidamos as trabalhadoras e trabalhadores da base do Sinditest, e também professores e estudantes, a participar da CAMINHADA HADDAD/MANUELA (presença confirmada da Manu) nesta quinta-feira, 30/08, a partir das 16 horas, da Praça Santos Andrade.  Pela retomada do desenvolvimento econômico sustentável, pelo resgate da soberania nacional, da liberdade e da democracia, em defesa dos direitos sociais e dos trabalhadores.  Pela libertação imediata de Lula de sua injusta prisão. Cadeia para moro!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Comissão Eleitoral, por maioria, embola campanha sindical com a presidencial e marca eleição do Sinditest para 9-10 de outubro

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ENTREVISTADOR DO SINDITEST: - Companheira, pesquisa! Pode participar? Em quem vai votar em outubro? 
SERVIDORA DA BASE: - Na oposição, é claro! Não dá pra aguentar esse vampirão do Temer e seus candidatos! 

ES: - Não, minha querida, eu me refiro à eleição da Diretoria do Sinditest. 
SB: - Ah, essa. Mas, peraí, quantos colegas desta categoria estão discutindo sobre chapa de sindicato? O povo em cada esquina está discutindo sobre Lula, Haddad, Bolsonaro, Marina, Ciro, Alckmin... 

ES: - Tá, mas o sindicato também é importante... 
SB: - Sindicato é importante, mas mil vezes mais é a eleição de presidente nesta hora! Quando vai ser a eleição do Sinditest? 

ES: - Ué, não sabia? 9 e 10 de outubro... 
SB: - O quê? Dois dias depois da eleição de presidente?? Quem foram os malucos que indicaram essa data pra fazer eleição de sindicato? Por isso que nem tô sabendo direito quem está concorrendo. O lance é outro, meu caro, vocês não sabem ou fingem que não sabem? 

ES: - Mas, tá, tudo bem, afinal de contas, vai votar em quem pro Sinditest? A chapa apoiada pela atual diretoria combativa ou a chapa da oposição? 
SB: - Se foi a diretoria – combativa, é? - do sindicato quem marcou essa data irresponsável, pode anotar aí que voto na Oposição!! Haja menosprezo com a situação do país. Bando de come-dorme! Além de fazer gestão ruim, gastar a rodo a contribuição dos filiados, ainda querem desviar o debate do principal para o sec..., nem digo, secundário, é ultimário! VOTAREI NA OPOSIÇÃO DO SINDITEST!!!

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Em reunião em 24/08, a maioria da Comissão Eleitoral definida na assembleia do HC no dia anterior, aprovou a data de 9 e 10 de outubro para o pleito que indicará a Diretoria do Sinditest triênio 2019-2021.  Foram quatro votos dos membros ligados à atual diretoria sindical e UM voto contra do membro indicado pela oposição, que defendeu que a eleição se desse em meados de novembro, como é tradição do Sinditest.  A argumentação dos quatro membros ligados à diretoria é que essa data de outubro impediria o "uso eleitoral" da "máquina" do sindicato pelos atuais diretores, e que não prejudicaria o debate de 2. turno presidencial, marcado para 28/10 (o que eles esquecem é que o 2. turno é definido no 1. turno...).



domingo, 26 de agosto de 2018

APP-Sindicato recorda massacre da PM de Álvaro Dias em ato dia 30 de agosto

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Trinta anos atrás. Os professores estaduais, capitaneados por seu sindicato, estavam em luta por suas justas reivindicações.  Era governador então o atual candidato presidencial botoxudo Álvaro Dias, do "partido" P(h)odemos, apóstolo do agente da CIA sérgio moro (minúsculas sempre).  Em vez de diálogo, bombas e cassetetes no lombo dos trabalhadores e trabalhadoras.


A APP-Sindicato está preparando uma grande manifestação pública no próximo dia 30 de agosto. No dia, serão lembrados os 30 anos do ataque brutal aos(às) professores(as) que, em 1988, cobravam correção salarial. A violência e covardia do então governo Álvaro Dias e também a barbárie do 29 de abril de 2015, orquestrada pelo ex-governador Beto Richa, serão lembradas em um dia de paralisação.

Há 30 anos, professores(as) e funcionários(as) fazem deste dia um dia de luto e luta. Para garantir os direitos dos(as) educadores(a), a APP-Sindicato vem tomando todos os cuidados pedagógicos e legais para a organização deste dia. Às escolas, as orientações e materiais sobre os motivos da paralisação estão sendo repassados pelos dirigentes sindicais regionais e, ao governo, a direção estadual protocolou ofício com as justificativas do ato, apresentando a pauta de reivindicações, que inclui o pagamento da data-base, a retirada de faltas das greves anteriores, a integralidade da hora-atividade e a revisão salarial dos PSS, entre outros.

DIA 30/08, TODOS À PRAÇA SANTOS ANDRADE
9 HORAS DA MANHÃ!

Coordenação sindical de Uber: precisa ter na chapa?

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A chapa de oposição do Sinditest se pergunta, intrigada, se é obrigatório inscrever, para concorrer em outubro, um Coordenador para Assuntos de Uber, uma vez que na atual gestão mesmo diretor não-liberado pôde usar o expediente de uberizar por aí.

"Syndikat über alles" ? (Sindicato acima de tudo).  Nããão.  "Uber über alles".  (Uber acima de tudo.)