-->
Mostrando postagens com marcador reforma do estatuto do Sinditest. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma do estatuto do Sinditest. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Estatuto "prato feito" do Sinditest, onde está?

Nenhum comentário:
Semana que vem, em 29/7, vai fazer já dois meses que uma assembleia do Sinditest votou às pressas um novo Estatuto sindical.  O método foi estilo "prato feito" - aceite, coma, engula com farinha e não questione.  Pois a assembleia que supostamente "analisou" 80 artigos durou pouco mais que uma hora, e imediatamente antes de começar uma churrascada no próprio salão onde se deu a assembleia.

Mesa da churrasqueira: mais atrativa que a Mesa da Assembleia

Tanta pressa, tanto açodamento, tanta imposição naquele 29 de maio, para quê?  Nem se conhece a redação final do Estatuto. Ele não aparece no site do sindicato.  Qual a razão? Se o "prato feito" estava pronto, por que não está lá no site para toda a base ver o que mudou? Já foi registrado em cartório?  Será que tinha algum(ns) ingrediente(s) estragado(s) no prato feito pelos cozinheiros do PSTU do Sinditest?

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Goela abaixo, com sorrisinhos tolos e sem noção

2 comentários:
Não descrevemos aqui, até agora, a segunda fase da farsa do PSTU no Sinditest no que toca à dita “mudança” do Estatuto sindical, em 29/05.  Pedimos desculpas.  A náusea nos tem paralisado, em face de tanta manobra perpetrada pela diretoria sindical.

Primeiro: assembleia marcada junto com um almoço na sede social da rua Marechal.

Segundo: assembleia de mudança de estatuto precedida de assembleia de organização da greve nacional dos TAE, duas horas antes, no mesmo local, impregnado dos odores de linguiças e franguinhos sendo assados.


Quando chegamos ao local, já se sentia o cheiro dos grelhados... cerca de 10 horas começou a assembleia para debater a organização da greve nacional dos TAEs.  Logo de início, coube ao profeta sectário, vice-presidente do sindicato, anunciar um tema polêmico (porque polemizado dias antes por este Blog): usar ou não usar o RU Central como QG da greve.  Vários oradores se inscreveram e o debate corria solto quando, de repente, o mesmo profetinha sectário adverte: “Não podemos mais prosseguir esta assembleia, pois temos de iniciar a outra, a assembleia de mudança do Estatuto”.


Respaldado por sua maioria cordeira, a diretoria PSTUista do Sinditest conseguiu o descalabro de interromper uma assembleia de greve para iniciar outra, sobre outro tema, a de mudança do Estatuto.  Estatuto que a quase totalidade dos presentes desconhecia, e menos ainda suas propostas de mudanças.  Eram então 11 horas do dia 29 de maio.  Mais um dia de absurdos no processo antidemocrático do SInditest sob comando do PSTU.


Alguns membros da Oposição do Sinditest (incluindo o editor deste Blog), embora divergindo seriamente deste tipo de encaminhamento, apresentaram visões discordantes de partes do Estatuto novo proposto pelo PSTU.  Abriu-se espaço para defesas.  Mas a ampla maioria ovina naquela assembleia manteve as proposições do PSTU para o Estatuto.

Duas questões ficam:

1-Paraná argumentou que, juridicamente, os futuros servidores da EBSERH no HC não poderão ser representados pelo Sinditest, mas foi derrotado na votação por obra da presidenta Carla.

2-Estranha-se que, passado mais de mês e meio daquela segunda farsa em clima gastronômico, o “novo” Estatuto do Sinditest ainda não tenha sido registrado. Será que a advocacia do PSTU acordou para erros em sua confecção?  Desafiamos quem quer que seja a achar no site do Sinditest, e/ou registrada em cartório, a nova redação do Estatuto do sindicato.  No site consta apenas a proposta original antes da assembleia de 29/05, mas ninguém sabe onde está a redação final oficial.  Resumindo: este sindicato não tem estatuto no momento.

Eis, pois, colegas, como é que o PSTU propõe debater o “contrato social” da categoria que é o Estatuto, texto que tem mais de 70 artigos: numa assembleia de não mais que uma hora, num salão social onde dali a pouco os convivas iriam degustar um almoço cujos aromas se espalhavam pelos narizes de todos. Parece ou não com a Força Sindical do Paulinho corrupto?  Perguntem a 99,99% da categoria o que é o "novo" Estatuto do Sinditest e a resposta será "não sei".

Pergunta final: POR QUE É QUE - ATÉ AGORA - O DITO "NOVO" ESTATUTO AINDA NÃO APARECEU NO SITE DO SINDITEST?  

E a próxima fase de mudança do Estatuto do Sinditest? Vai ter qual cardápio para os trouxas?

sábado, 30 de maio de 2015

Novo estatuto do Sinditest aprovado como quis a Diretoria do sindicato

2 comentários:
Não vamos mais discorrer aqui sobre como se deu o processo "democrático" no Sinditest-PR. Trata-se sempre da vontade unívoca e despótica da Diretoria comandada pelo PSTU. Não há espaço para debate, exceto aquele debate selecionado pelo PSTU da Diretoria para ser esmigalhado por sua base servil.

Assim, em assembleia ontem, foi aprovado o novo Estatuto do Sinditest. Sirvam-se. Se é que o conheciam antes e agora.

Eduardo Cunha certamente elogia o rito sumário.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Filiada de base pede ao Sinditest assembleia geral sobre adoção de 30 Horas com ponto

7 comentários:
Circulou ontem um email, de autoria da técnica filiada ao Sinditest Lúcia Alves do Santos, em que ela pede ao presidente do Sinditest a convocação imediata de uma assembleia geral para a categoria saber em que pé está a questão da adoção da jornada de 30 horas com ou sem ponto eletrônico.  A preocupação de Lúcia é que essa jornada estaria para ser votada no Conselho Universitário (COUN) em sessão no dia  06/12/2011 e os servidores não sabem de nada dos detalhes da proposta.

Segundo o email datado de ontem, "a votação das 30 horas será no dia 06 de dezembro de 2011, nós Técnicos-Administrativos da UFPR devemos deliberar em Assembléia essa questão, pois o que foi aprovado na Assembléia da Greve foi 30 horas, em nenhum momento discutiu-se o PONTO ELETRÔNICO."

A apreensão da servidora tem razão de ser. Em 10/10, a matéria 
"Ponto eletrônico biométrico será implantado, garante reitor Akel na Band-FM" foi publicada neste Blog, em que o reitor afirmava à sua entrevistadora que considerava isso "a contrapartida natural da adoção da jornada semanal de 30 horas, principal ponto negociado na pauta local da greve dos técnicos. A medida é para toda a UFPR, incluindo o HC."

Wilson Messias é o (ainda) presidente do Sinditest.  Carla Cobalchini é a nova presidente eleita do sindicato, mas ainda não assumiu o cargo.  Ambos foram os únicos técnicos que estiveram na Comissão que discutiu a proposta da implantação da jornada de 30 horas junto a representantes da Reitoria durante outubro.

Para além da formalidade de colocar seu pedido de uma assembleia geral do Sinditest num ofício bem escritinho assim-assado (pois até nisso a diretoria do sindicato é capaz de implicar), a intenção de Lúcia terá que contar com um enorme bom humor do cacique sindical Messias para atendê-la.  Humor que pode estar bem estragado se for derrotada a Chapa 2 pela qual Messias concorre a uma vaga do COUN na eleição que ocorre hoje, ao lado do outro cacique asufepariano V. Kachel.

Sem essa boa vontade do excelso presidente do Sinditest para chamar assembleia, a servidora Lúcia terá de esperar que a nova presidente Carla assuma, o que não se sabe se ocorrerá antes de 06/12.  Ou então ela pode tentar o duro e incerto caminho indicado pela letra "d" do Art. 11 do Estatuto do Sinditest: conseguir que 10% da base filiada (algo entre 500 e 600 servidores, todos quites com a tesouraria sindical) assine um pedido de assembleia, enviar este pedido ao presidente do sindicato, esperar que este convoque a assembleia em 5 dias e, na assembleia, garantir que mais da metade dos 500 a 600 assinantes se faça presente, sob pena de nulidade das decisões.  

Ah, sim, ainda que cumpridas essas exigências, caso o presidente Wilson Messias não queira atender o pedido dos mais de 500 filiados de base, a bola passa ao vice, o "coronel" Dr. Néris, para decidir sobre chamar a assembleia, e ainda tendo Messias o direito de presidi-la!  Duro, não é mesmo?  Por essas coisas se entende como é urgente reformar o Estatuto, e o Artigo 18 do mesmo parece dar uma brecha para isso.