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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Quem vai fiscalizar a Diretoria sindical fiscalizada pelo PSTU?

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Quem se habilita? Desde 14/11, até a próxima sexta-feira (22/11) estão abertas inscrições de chapas para a eleição do Conselho Fiscal do Sinditest. O Conselho é formado por seis integrantes, três titulares e três suplentes.  

No papel (segundo o Estatuto), o Conselho detem certos poderes para cobrar várias coisas da Diretoria do sindicato.  Pode até, diz o estatuto, por conta própria e justificativa plausível, chamar Assembleia Geral no âmbito de suas atribuições fiscalizatórias, coisa que jamais aconteceu, principalmente no recente reinado dos pequenos "imperadores" Messias e Antonio Néris (2008-2011), responsabilizados por irregularidades contábeis conforme sugere o relatório da auditoria da firma Concept.

O poder da Diretoria, entretanto, é imenso, e permite simplesmente aplastrar boas intenções de um Conselho Fiscal que almeje de fato trabalhar pela justeza e transparência máxima da administração sindical.  Uma definição mais clara e delimitação de poderes para o Conselho Fiscal pode vir com uma mudança democratizante radical no Estatuto do Sinditest. Isso se a Diretoria reeleita não quebrar mais uma vez sua promessa de campanha de reformar o Estatuto...

A eleição é conduzida pelo servidor Valter Maier, presidente da Comissão Eleitoral já nomeada, e vai acontecer em 5 de dezembro, uma quinta-feira.  Para mais informações, veja o Edital aqui.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Democracia e Universidade

6 comentários:
O ícone maior do jornalismo-esgoto da grande mídia - a revista "Veja" - dedica a capa e várias páginas de sua edição desta semana ao banalíssimo tópico do Twitter denominado "Cala a boca Galvão". Nesse mesmo lixo de revistão, reservou-se o gueto de meia página para registrar (aliás, de modo cretino) a morte do único Prêmio Nobel de Literatura da língua portuguesa, o notável escritor lusitano José Saramago. Típico de uma imprensa vagabunda o que "Veja" fez.


Neste momento em que o Conselho Universitário da UFPR analisa a reivindicação dos movimentos da comunidade universitária por mais uma vaga de representação nesse conselho, destinada a aposentados, vale a pena prestar homenagem a Saramago, publicando um texto dele bastante pertinente - "Democracia e Universidade", um dos últimos escritos seus. Ali, Saramago afirma que a Universidade,

"... sendo, como é, lugar privilegiado de pluralidades e encontros, congrega todas as condições para suscitar, estimulando-a, uma aprendizagem prática e efectiva dos mais amplos valores democráticos, começando pelo que me parece fundamental: o questionamento da própria democracia. Há que procurar a maneira de reinventar de alguma forma a democracia, de arrancá-la à imobilidade a que foi condenada pela rotina e pelo descrença, bem ajudadas, uma e outra, pelos diversos poderes políticos e económicos a quem convém manter a decorativa fachada do edifício democrático, mas que nos têm impedido de verificar se por trás dela ainda algo existe. Se quereis a minha opinião, o que ainda resta é, quase sempre, usado muito mais para armar de eficácia as mentiras que para defender as verdades...."

Leia na íntegra "Democracia e Universidade" indo ao item de página na coluna ao lado ou clicando aqui.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sindicalistas devem se lançar na disputa pela representação popular

23 comentários:

Um dos grandes desafios do movimento sindical para este ano é fazer grandes bancadas nas assembleias legislativas Brasil afora e, sobretudo, no Congresso Nacional, hoje dominado por uma maioria de empresários ou seus representantes. Para entender melhor a necessidade imperiosa de os trabalhadores elegerem seus representantes para as casas políticas, em 2006 os empresários elegeram 219 representantes para a Câmara dos Deputados e 27 para o Senado.


No caso da UFPR, alguns servidores deverão apresentar candidaturas a cargos na Assembleia Legislativa e Câmara Federal, inclusive gente das Diretorias de Sinditest e ASUFEPAR cujas trajetórias, contudo, podem ser muito questionáveis. Não é por ser "sindicalista" ou similar que a proposta necessariamente atende interesses progressistas e dos trabalhadores. Por isso, ao ser abordado(a) por uma dessas candidaturas, procure conhecer a fundo suas "fichas" e propostas. Mesmo que o Projeto "Ficha-Limpa" não venha a ser aprovado no Congresso antes das eleições deste ano.
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Fonte: com informações do DIAP