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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Tropas à vontade no Exército

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Depois da livrada de cara do inepto-inútil tonel de leite condensado general Eduardo Pazuello por parte do Alto Comando do Exército, as tropas estão se sentindo à vontade para fazer o que quiserem, pois, se pode para o general, pode para toda a hierarquia abaixo e também para o soldado raso!

A seguir, possível diálogo no quartel...

CORONEL:
- Praça, ô, praça, que é isso? Panfleteando Ato contra o presidente da república no meio das tropas? Você não pode, não pode, é quebra da hierarquia, da disciplina das Forças Armadas!!

RECRUTA
- Ôxe, coronel, mas o Comandante do Exército não perdoou a atividade política do general Pazuello, que foi naquela voltinha de moto com presidente Bolsonaro e até subiu no palanque pra dar discurso? E não só não sofreu punição nenhuma como ainda ganhou de presente um belo cargo de 17 mil na Secretaria de Assuntos Estratégicos!!

CORONEL:
- Sim, mas, mas… mas ele é general, você é um soldadinho!

RECRUTA:
- Soldadinho, é? Ah, coronel, se abriu a exceção, criou “jurisprudência”, se o general pode fazer política, eu também posso, e no sentido político que for do meu agrado. Entonces, dá licença, coronel, que ainda falta gente pra eu convocar ao Ato do dia 19, falou? E VSF!

General Pazuello: sem punição e ainda agraciado com cargo decorativo "come-dorme" de 17 mil

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General inepto e inútil passou apertos na CPI da COVID

O Exército decidiu não punir o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por participar de ato pró-Bolsonaro no Rio de Janeiro. O Comando Militar acolheu o argumento do general da ativa segundo o qual não se tratava de ato político. Ele participou de um passeio de moto com o presidente, subiu no trio elétrico e discursou para apoiadores.

De acordo com o Regimento Disciplinar do Exército, é proibido a participação de militares da ativa em ato político. “O Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Comandante do Exército analisou e acolheu os argumentos apresentados por escrito e sustentados oralmente pelo referido oficial-general”, diz um trecho do comunicado.

Parlamentares de diferentes partidos reagiram com indignação sobre a decisão. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que chegou a hora de a Câmara discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC), de autoria da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que veda aos militares da ativa a ocupação de cargo de natureza civil na administração pública. “Já assinei meu apoiamento”, disse Maia.

Para a deputada Perpétua, trata-se de uma situação grave. “A sensação de que não se sabe mais onde termina o governo e começa o Exército, é o que pode acontecer de pior para esta Instituição e as demais Forças Armadas. ‘Quando a política entra por uma porta do quartel, a disciplina e a hierarquia saem pelas outras’, já dizia Vilas Boas”, escreveu no twitter a parlamentar.

Lamentável! Exército acaba de encerrar processo contra Pazuello por transgressão pela participação em ato político. Força aceitou o argumento de que a manifestação com presidente Bolsonaro era apenas uma voltinha de moto!”, lamentou Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Na avaliação da deputada federal Professora Marcivânia (PCdoB-AP), a decisão é grave por vários motivos: “Abre as portas da indisciplina, demonstra submissão de uma fundamental instituição do Estado brasileiro a um movimento irracional e rasteiro da política nacional. O Brasil regride mais alguns passos.”

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Fonte: Portal Vermelho
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