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quarta-feira, 7 de março de 2012

Domingo de descanso de trabalhadores do RU da UFPR, adeus?

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O cartaz acima está exposto no Restaurante Universitário Central da UFPR.  Em meados de 2011, na carona da greve nacional dos servidores técnicos, o movimento estudantil da UFPR também construiu uma forte paralisação, pressionando a Reitoria por uma pauta com centenas de reivindicações.  Sem muita delonga, o reitor Zaki Akel buscou responder à pauta estudantil e prometeu aos alunos, entre outras coisas, ampliação da oferta alimentar nos RUs.  O reitor é candidato à reeleição este ano.

O movimento dos técnicos não é contra a reivindicação estudantil de que um serviço importante de assistência estudantil, como os RUs, possa atender o melhor possível as necessidades dos alunos, pois muitos realmente não tem recursos para tudo que se exige de quem estuda num curso superior.  Desde que isso não penalize ou sobrecarregue os trabalhadores, cujo descanso no fim de semana é um direito assegurado.  Sabe-se que continua existindo déficit de servidores para dar conta de tarefas e horários ampliados.  Portanto, cabe indagar quais trabalhadores sacrificarão seus domingos e feriados para servir refeições no RU-Central das 08h30 às 19h15.

O que diz a diretoria do Sinditest quanto a esse "vento" do horário de funcionamento do RU Central, já que sua campanha eleitoral foi centrada na promessa de "mudar o rumo dos ventos" ?

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ginástica laboral pode ser obrigatória no serviço público

6 comentários:
A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou hoje (9) o projeto de Lei 6083/09, do deputado Luiz Couto (PT-PB), que obriga os órgãos e as entidades da administração pública federal (direta e indireta) a oferecerem, no próprio local de trabalho, atividades de ginástica laboral aos seus servidores.

A relatora, deputada Gorete Pereira (PR-CE), recomendou a aprovação da proposta, com emenda que restringe a orientação das atividades a fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e professores de educação física. O texto original da proposta estabelece apenas que a orientação deve ser feita por profissional habilitado.

Pausas
Segundo a proposta, os funcionários que executam atividades repetitivas deverão, a cada quatro horas de trabalho, fazer uma pausa de, no mínimo, dez minutos para a prática de exercícios de alongamento, sempre com a orientação de um profissional habilitado.

O texto prevê ainda que os períodos preenchidos pela ginástica serão contados como tempo efetivamente trabalhado. Dessa forma, a administração pública não poderá usar a participação na atividade como argumento para exigir, dos seus servidores, a prorrogação não remunerada da jornada de trabalho.
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Fonte: Agência Câmara